No domingo, 25 de outubro de 2026, Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro. O resultado saiu em poucas horas. Dois dias depois, o assunto já não era a urna, e sim um passaporte.
Na segunda-feira, 26, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, mandou o senador entregar os passaportes em 24 horas e o proibiu de deixar o país, num inquérito que investiga lavagem de dinheiro ligada a uma casa de apostas. Há outro inquérito, separado, sobre o financiamento de um filme. Ele nega as acusações. O prazo venceu sem a entrega, e a imprensa passou a relatar que ele teria deixado o Brasil rumo à Flórida.
O que me interessa aqui não é o voo. É a sensação de déjà-vu. Perder (e até ganhar) uma eleição no Brasil sempre rendeu enredos que nenhum roteirista aprovaria por exagero. Algumas curiosidades: