Guerra na Urcânia
A Guerra na Ucrânia é um dos conflitos centrais da política internacional atual. Esta página reúne registros atualizados diariamente, com informações sobre as decisões políticas e impactos globais do conflito, oferecendo acompanhamento claro e contextualizado da guerra.
A Rússia lançou recentemente o míssil hipersônico de médio alcance Oreshnik contra a Ucrânia em um ataque massivo realizado entre a noite de quinta-feira, 8, e a madrugada de sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, em meio a negociações para um acordo de paz. Trata-se do segundo emprego conhecido desse armamento por Moscou contra o país vizinho.
O primeiro uso do Oreshnik havia sido registrado em novembro de 2024, quando o míssil foi disparado contra uma fábrica em Dnipro, equipado com ogivas simuladas e resultando em danos limitados. Na ocasião, analistas interpretaram o lançamento como um teste operacional e um recado estratégico à Ucrânia e aos aliados ocidentais.
No ataque mais recente, o míssil foi disparado a partir de um campo de testes semelhante a Kapustin Yar, próximo ao Mar Cáspio, e direcionado a múltiplos alvos em território ucraniano. Entre os objetivos atingidos, segundo autoridades locais, estão infraestruturas críticas de energia, usinas e fábricas de drones na região de Lviv, próxima à fronteira com a Polônia, país membro da OTAN, além de prédios residenciais em Kiev.
O Oreshnik é descrito por especialistas como um míssil hipersônico avançado, capaz de atingir velocidades superiores a dez vezes a do som, chegando a cerca de 12 mil km/h, com alcance estimado em até 5.500 km. O sistema teria capacidade para transportar até seis ogivas, convencionais ou nucleares, o que, combinado à alta velocidade e manobrabilidade, é apontado como fator que dificulta a interceptação pelos sistemas de defesa aérea da OTAN.
Analistas militares veem o emprego do Oreshnik como um sinal político e estratégico dirigido à Europa, indicando a disposição de Moscou em utilizar armamentos de última geração em meio ao conflito. Para esses especialistas, o lançamento funciona também como um alerta sobre a vulnerabilidade de infraestruturas críticas europeias em um cenário de escalada.
O Ministério da Defesa da Rússia justificou o ataque como uma retaliação a uma suposta tentativa de ataque com drone ucraniano contra a residência do presidente Vladimir Putin, em dezembro. Kiev negou a acusação, e a versão russa foi igualmente contestada por autoridades de inteligência dos Estados Unidos, incluindo a CIA, que afirmaram não haver evidências que sustentem a alegação.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou publicamente o uso do míssil Oreshnik no ataque, informando que ele foi empregado em conjunto com 22 mísseis de cruzeiro, 13 mísseis balísticos e 242 drones. Segundo o governo ucraniano, o bombardeio resultou em pelo menos quatro mortes em Kiev, dezenas de feridos e danos significativos a áreas civis, o que motivou novos apelos de Zelensky por uma reação internacional mais firme, em especial por parte dos Estados Unidos.
Autoridades ucranianas, incluindo o serviço de segurança SBU, divulgaram imagens de fragmentos que atribuem ao míssil Oreshnik encontrados na região de Lviv. O episódio está sendo investigado como possível crime de guerra, com foco no uso de armamento de alta destrutividade contra alvos próximos ou inseridos em áreas civis.
A ofensiva russa foi amplamente condenada por governos europeus. Reino Unido, Alemanha e França classificaram o ataque como uma escalada inaceitável e uma ameaça direta à segurança do continente. A chefe de política externa da União Europeia, Kaja Kallas, também criticou duramente o lançamento do míssil hipersônico, defendendo respostas firmes, incluindo reuniões de emergência no Conselho de Segurança da ONU e no formato Ucrânia-OTAN.
Enquanto isso, Moscou ainda não respondeu formalmente à proposta de paz mediada pelos Estados Unidos, que prevê, entre outros pontos, garantias de segurança de longo prazo para Kiev. O uso do Oreshnik em meio às negociações é visto por diplomatas como um sinal de endurecimento da posição russa e um obstáculo adicional aos esforços para um cessar-fogo duradouro.
Fontes:A guerra na Ucrânia inicia o ano de 2026 como um conflito prolongado de atrito, sem sinais de colapso iminente de qualquer um dos lados e com o processo de negociação entre Rússia e Ucrânia praticamente paralisado. O cenário militar permanece marcado por uma dinâmica de desgaste contínuo, na qual avanços territoriais significativos são raros e custosos, e a capacidade de sustentação de longo prazo se torna o principal fator de poder.
Avaliações recentes indicam que a Rússia enfrenta limitações relevantes para a formação de reservas estratégicas, em grande parte devido ao elevado ritmo de baixas. Esse quadro tende a manter o conflito em um padrão de guerra de atrito, ainda que Moscou demonstre capacidade de adaptação, recorrendo a escaladas localizadas em setores específicos da frente e ao uso intensificado de fogos de longo alcance, incluindo artilharia, mísseis e drones de ataque.
Relatórios do Institute for the Study of War, baseados em declarações do ex-chefe da inteligência militar ucraniana Kyrylo Budanov, apontam que a Rússia mobilizou aproximadamente 403 mil homens para o ano de 2025. No entanto, a prioridade dada ao envio de recrutas recém-incorporados diretamente para a linha de frente tem criado vulnerabilidades em determinados trechos do teatro de operações, com destaque para as áreas de Hulyaipole, Dobropillya e Kupyansk, onde a rotação e a qualidade das tropas se mostram particularmente sensíveis.
Apesar dessas fragilidades, analistas consideram que a estratégia russa de guerra de posição mantém coerência com os recursos disponíveis e com os objetivos políticos do Kremlin. Em vez de apostar em grandes manobras de ruptura, Moscou parece concentrar-se na sustentação prolongada do esforço militar, contando com a erosão gradual da capacidade ucraniana e com o impacto da fadiga política e social no Ocidente, especialmente no que diz respeito à continuidade do apoio financeiro e militar a Kiev.
No campo diplomático, o retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos introduz um novo vetor nas tentativas de mediação. Segundo o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, existe um plano de paz em estágio avançado, com cerca de 90% de seu conteúdo já delineado, mas ainda bloqueado por pontos centrais de desacordo, como a eventual cessão de territórios ucranianos à Rússia e o futuro da usina nuclear de Zaporizhzhia, um dos ativos estratégicos mais sensíveis do conflito.
Em mensagem de Ano Novo, o presidente russo Vladimir Putin reiterou que a Rússia está determinada a alcançar a vitória e não deu sinais de disposição para recuar em suas exigências fundamentais. Esse posicionamento endurece o ambiente de negociação e reduz o espaço para concessões mútuas, mantendo o impasse diplomático em um patamar elevado logo no início de 2026.
Paralelamente, aliados ocidentais continuam a discutir um conjunto de garantias de segurança para a Ucrânia. De acordo com o enviado especial dos Estados Unidos, esses entendimentos estariam praticamente concluídos e incluiriam mecanismos de monitoramento de um eventual cessar-fogo, com forte protagonismo norte-americano na supervisão e verificação de violações. Ao mesmo tempo, países europeus ajustam suas posições: Portugal, por exemplo, esclareceu publicamente que não enviará tropas ao território ucraniano enquanto o conflito estiver em curso.
No terreno, os ataques russos permanecem intensos, com novas ondas de bombardeios contra alvos civis e infraestruturas críticas em diferentes regiões da Ucrânia. Relatos recentes mencionam barragens de mísseis e drones que atingiram áreas urbanas e instalações energéticas, resultando na morte de pelo menos três pessoas e na ampliação dos danos à rede de serviços essenciais, como eletricidade, água e transporte.
No plano humanitário e econômico, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) lançou um plano trienal de emergência e recuperação para o setor agrícola ucraniano, com horizonte até 2028. A iniciativa busca proteger os meios de subsistência rurais, restaurar a capacidade produtiva comprometida por destruição de terras, maquinário e infraestrutura, além de reforçar a resiliência do sistema agroalimentar em um contexto de conflito prolongado e incerteza quanto à estabilidade territorial.
Entre as sociedades europeias, pesquisas de opinião e debates públicos revelam um quadro de confusão e divisão em relação aos diferentes planos de paz e cenários de encerramento da guerra. A combinação de fadiga informativa, preocupações econômicas internas e percepções divergentes sobre riscos de escalada com a Rússia contribui para um ambiente político fragmentado, refletindo impasses mais amplos na governança internacional e a ausência, neste início de ano, de soluções claras ou consensuais para o conflito ucraniano.
Fontes:
A guerra na Ucrânia entrou em seu quarto ano, em um contexto de intensificação dos bombardeios e de negociações de paz ainda inconclusivas. Entre o final de 2025 e o início de 2026, Rússia e Ucrânia trocaram acusações mútuas sobre ataques contra civis durante as celebrações de Ano Novo, ampliando a tensão militar e política em torno do conflito.
Na madrugada de 1º de janeiro, a Rússia lançou um dos maiores ataques com drones desde o início da invasão em grande escala, empregando 116 aeronaves não tripuladas de longo alcance contra o território ucraniano. De acordo com a Força Aérea da Ucrânia, 86 drones foram interceptados, enquanto 27 conseguiram atingir seus alvos, provocando danos importantes em dezenas de edifícios residenciais e em infraestruturas civis em diferentes regiões do país.
Entre as áreas mais afetadas, destacou-se a região de Zaporíjia, onde pelo menos nove drones atingiram a cidade, segundo autoridades locais. No dia anterior, na véspera de Ano Novo, o Kremlin já havia ordenado uma ofensiva massiva com mais de 200 drones contra o território ucraniano. Em pronunciamento público, o presidente Volodymyr Zelenskyy reiterou o apelo por reforço urgente dos sistemas de defesa aérea, argumentando que a capacidade de interceptação é decisiva para a proteção da população civil e da infraestrutura crítica.
Em resposta às acusações de Kiev, Moscou afirmou que a Ucrânia conduziu um ataque com drones durante a noite de Ano Novo contra a aldeia de Khorly, na região de Kherson ocupada e administrada pela Rússia. Segundo o governador instalado pelo Kremlin, Vladimir Saldo, o ataque teria causado pelo menos 24 mortes e deixado dezenas de feridos, agravando o saldo humanitário do conflito na área sob controle russo.
As autoridades ucranianas rejeitaram as alegações russas, classificando-as como parte de uma campanha de desinformação. Um porta-voz das Forças de Defesa da Ucrânia declarou que o país segue as normas do direito internacional humanitário e direciona suas operações exclusivamente contra alvos militares. Kiev acusa Moscou de manipular informações e divulgar declarações falsas para justificar ataques contra centros urbanos e instalações civis ucranianas.
Paralelamente à escalada militar, as negociações de paz seguem em curso, embora marcadas por impasses. O presidente Zelenskyy afirmou que um eventual acordo estaria cerca de 90% concluído, mas reconheceu que pontos centrais permanecem sem consenso, entre eles a possível cessão de territórios ucranianos atualmente ocupados pela Rússia e o futuro da usina nuclear de Zaporizhzhia, considerada estratégica para a segurança energética e nuclear da região.
Do lado russo, não há sinais de disposição para recuar nas principais exigências apresentadas desde as primeiras rodadas de diálogo. Moscou mantém uma postura rígida em relação ao reconhecimento de áreas ocupadas e ao controle de infraestruturas críticas, o que dificulta avanços concretos nas tratativas mediadas por diferentes atores internacionais.
Zelenskyy tem reiterado publicamente, que a Ucrânia busca uma paz duradoura, mas não aceita soluções que impliquem a negação de sua soberania ou a desintegração do Estado ucraniano. Em suas declarações, o presidente enfatiza que “a Ucrânia quer a paz, mas não a qualquer custo” e que não aceitará um desfecho que signifique, na prática, o fim do país como nação independente.
Com o prolongamento do conflito, líderes europeus e representantes da chamada Coligação de Boa Vontade agendaram novas reuniões para definir estratégias comuns nas conversações de paz. Esses encontros buscam alinhar posições sobre garantias de segurança, reconstrução pós-guerra e mecanismos de monitoramento de um eventual cessar-fogo, em meio à continuidade dos ataques e à incerteza quanto ao desfecho das negociações.
Fontes:
Na virada para 2026, a Rússia lançou mais de 200 drones contra a Ucrânia, com foco em infraestruturas energéticas em regiões como Odesa, Kherson, Donetsk, Zaporíjia, Kharkiv e Sumy, segundo o presidente Volodymyr Zelenskyy, que acusou Moscou de prolongar deliberadamente a guerra durante o Ano Novo. De acordo com as forças ucranianas, a defesa aérea abateu ou neutralizou 176 dos 205 drones lançados, mas os ataques ainda provocaram danos importantes, incluindo a destruição parcial de um prédio residencial em Odesa, onde não houve registro de vítimas, e impactos mais graves em outras regiões.
Em Kherson, as autoridades locais relataram a morte de uma pessoa e ferimentos em outras quatro, enquanto na região de Donetsk foi registrada mais uma morte e pelo menos 12 feridos em diferentes áreas, evidenciando a continuidade do custo humano do conflito na linha de frente e em zonas urbanas. Paralelamente, Rússia e Ucrânia trocaram acusações sobre ataques contra civis: o governador russo instalado em Kherson, Vladimir Saldo, denunciou um suposto ataque ucraniano a um hotel e a uma cafeteria, que teria matado inicialmente 24 pessoas, número posteriormente elevado para 28 por fontes russas.
O Ministério da Defesa russo, por sua vez, negou responsabilidade por ataques a Kharkiv, classificando as denúncias como uma tentativa de desviar a atenção de ações ucranianas, enquanto Kiev insiste que Moscou mantém uma campanha sistemática contra alvos civis e infraestrutura crítica. Em meio ao quarto ano de guerra, iniciado com a invasão russa em fevereiro de 2022, Zelenskyy afirmou em discurso de Ano Novo que um acordo de paz estaria 90% concluído, mas ressaltou que os 10% restantes, envolvendo questões de território e o controle da usina nuclear de Zaporizhzhia, serão decisivos para o futuro da Ucrânia e da Europa.
O presidente ucraniano, enfatizou que Kiev busca uma paz sem rendição, insistindo na preservação da soberania e da integridade territorial do país, ao mesmo tempo em que tenta manter o apoio internacional em um cenário de desgaste interno após mais de 1400 dias de conflito contínuo. As negociações em curso, contam com mediação dos Estados Unidos sob a liderança de Donald Trump, por meio do enviado Steve Witkoff, que relatou conversas consideradas produtivas com conselheiros do Reino Unido, França, Alemanha e Ucrânia, voltadas ao reforço de garantias de segurança e à criação de mecanismos de desconflito.Nesse contexto, Zelenskyy planeja encontros com líderes europeus em Paris na próxima semana, além de uma cúpula nos Estados Unidos até o fim de janeiro, em uma tentativa de consolidar apoio político e militar, bem como de avançar em um quadro de segurança mais estável para o pós-guerra. Do lado russo, o presidente Vladimir Putin reiterou publicamente seu apoio à vitória na chamada operação militar especial, sinalizando que Moscou não pretende recuar de suas exigências centrais, especialmente no que diz respeito ao controle de territórios ocupados.
Apesar de alguns avanços diplomáticos, persistem impasses significativos, como a recusa russa em devolver áreas anexadas e a disputa em torno da usina nuclear de Zaporizhzhia, enquanto a sociedade ucraniana enfrenta sinais crescentes de fadiga após anos de bombardeios, mobilização prolongada e incerteza sobre o desfecho da guerra.
Fontes: A Rússia realizou um dos maiores ataques com drones contra a Ucrânia na madrugada de sexta-feira (02/01), disparando 116 drones de longo alcance, dos quais 86 foram interceptados pela defesa aérea ucraniana enquanto 27 atingiram seus alvos. O ataque massivo contra Zaporíjia danificou dezenas de edifícios residenciais e infraestruturas civis, mas não deixou vítimas segundo as autoridades locais.
Este ataque faz parte de uma escalada de violência que começou no Ano Novo, quando a Rússia lançou mais de 200 drones contra a Ucrânia em uma única noite.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy denunciou a continuidade dos ataques às infraestruturas energéticas e apelou para que seus aliados acelerem as entregas de sistemas de defesa aérea, argumentando que não pode haver pausas na proteção da vida humana mesmo durante períodos festivos.
Paralelamente às operações militares, as negociações de paz enfrentam uma crise. Zelenskyy afirmou que um acordo de paz está 90% pronto, mas questões críticas como a cessão de territórios ucranianos e o destino da usina nuclear de Zaporizhzhia permanecem indefinidas. A Rússia não demonstra disposição em ceder em suas exigências.
Uma reunião de líderes europeus e da Coligação de Boa Vontade está marcada para 6 de janeiro para discutir estratégias de paz e reforço das defesas ucranianas.
Acusações mútuas também intensificaram as tensões. A Rússia acusou a Ucrânia de atacar um hotel e uma cafeteria no sul ocupado, causando 24 mortes, enquanto Kiev rejeitou as alegações como fabricadas. A CIA determinou que não existem indícios de que a Ucrânia tenha tentado atacar qualquer residência oficial de Putin, contrariando as afirmações russas sobre um suposto ataque em 29 de dezembro. Putin, por sua vez, afirmou estar pronto para vencer a Ucrânia em sua mensagem de Ano Novo.
Na madrugada de 1º de janeiro de 2026, a Rússia lançou mais de 200 drones contra a Ucrânia, mirando principalmente infraestruturas energéticas, conforme afirmou o presidente Volodymyr Zelenskyy em post nas redes sociais. Os ataques atingiram regiões como Odesa, onde um prédio residencial de dois andares foi danificado e um drone caiu em um apartamento no 17º andar sem explodir, sem vítimas registradas lá, mas com uma morte em Kherson, outra em Donetsk e 12 feridos em Zaporíjia, Kharkiv e Sumy. A força aérea ucraniana relatou ter abatido ou neutralizado 176 dos 205 drones em 15 locais, com o ataque ainda em curso na manhã do dia.
Do lado russo, o governador de Kherson, Vladimir Saldo, acusou a Ucrânia de um ataque de drone que matou 24 pessoas em um hotel e cafeteria na área ocupada, deixando 29 feridos segundo agências estatais russas. Em resposta, a Ucrânia afirmou ter atingido alvos militares e econômicos russos, como a refinaria de petróleo de Vyborna no krai de Krasnodar e locais em Donetsk ocupada.
No discurso de Ano Novo, Zelenskyy disse que um acordo de paz está 90% pronto, mas os 10% restantes, possivelmente sobre territórios, definirão o destino da Ucrânia e da Europa, enfatizando que o país quer o fim da guerra, mas não a qualquer preço, após mais de 1400 dias de conflito.
Equipes de Trump, como Steve Witkoff, Marco Rubio e Jared Kushner, tiveram chamadas classificadas como produtivas com conselheiros do Reino Unido, França, Alemanha e Ucrânia para avançar o processo de paz, com reuniões europeias planejadas para sábado e conversas de Zelenskyy na próxima semana.
A CIA concluiu que a Ucrânia não atacou a residência de Putin, contrariando alegações russas que Kiev chama de mentiras para sabotar negociações. O assunto segue sem definição.
Fontes: